• 07/08 Mercado imobiliário volta a crescer em Belo Horizonte apesar da instabilidade econômica

    Mercado imobiliário volta a crescer em Belo Horizonte apesar da instabilidade econômica

    Por: Assessoria de comunicação

    Após três anos de estagnação, o mercado imobiliário de Belo Horizonte volta a mostrar sinais de recuperação. De acordo com pesquisa divulgada no fim de julho pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), 291 residências recém-lançadas foram vendidas em maio na capital e em Nova Lima, na região metropolitana, um aumento de 3,9% em relação ao mês anterior.

    Pela primeira vez em 2018, o acumulado do ano foi superior ao registrado no ano passado. Nos cinco primeiros meses, houve um aumento de 1,63% em relação ao mesmo período do ano passado.

    De acordo com pesquisa do Sinduscon, 2018 começou promissor, com 1.120 imóveis vendidos entre janeiro e maio. Em abril, as vendas cresceram 237,3% em relação a março. A greve dos caminhoneiros chegou a fazer o consumidor recuar, mas agora já há sinais de reaquecimento.

     

     

    “A gente ainda vê o comprador um pouco indeciso, mas este momento tem sido propício já que o preço tem se mantido estável e quem vende está disposto a negociar”, disse o vice-presidente da área de imobiliários do Sinduscon, José Francisco Couto de Araújo Cançado.

    Em maio, a Região Noroeste foi a que registrou o maior número de vendas, 129 unidades. Em seguida veio o Barreiro (42 unidades) e a Pampulha (37 unidades). O padrão Standard , que é o apartamento considerado mais básico, com o valor entre R$ 215 mil e R$ 400mil, foi o tipo de imóvel com o maior número de vendas (169 unidades).

    O preço médio por m² foi de R$ 8.068 em maio, ficando praticamente estável em relação a abril R$ 8.073. Do total dos 3.785 lançamentos que estão disponíveis para vendas, 1.328 (35,1% do total) são do padrão médio, com faixa de valor de R$400 mil a R$700 mil.

     

    Apesar das vendas de apartamentos novos serem mais expressivas nas regiões Noroeste, Barreiro e Pampulha, o centro ainda é a área mais desejada para quem está interessado na compra e locação de imóveis usados, de acordo com o Grupo Zap.

    Nos últimos 12 meses, o Buritis, na Região Oeste, ficou em segundo lugar. Em seguida aparece o bairro Castelo, na Pampulha.

    Cerca de 60% das pessoas que buscam uma nova casa em Belo Horizonte são mulheres, têm entre 25 e 34 anos, preferem um apartamento de dois quartos, com até 90 m². Este perfil foi traçado pelo Grupo Zap.

    Em junho de 2018, o m² mais caro de Belo Horizonte para compra foi encontrado na Savassi (R$ 11.589), seguido por Santo Agostinho (R$ 10.654) e Funcionários (R$ 10.654), todos na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, de acordo com o Grupo Zap.

    “O cenário é bem estável na cidade. Belo Horizonte é ainda a cidade mais desejada para se viver em Minas Gerais, de acordo com as buscas feitas no site Zap”, disse Cristiane Crisci, gerente de Inteligência de Mercado do Grupo Zap.

    Para locação, a Savassi também é a mais valorizada com R$ 32 o metro quadrado. Em seguida aparecem Belvedere (R$ 30) e Lourdes (R$ 29), também na Região Centro-Sul.

     

    Fonte: https://glo.bo/2KvZlln


  • 03/08 Trabalhe com um propósito

    Trabalhe com um propósito

    Por: Assessoria de comunicação

    Para que tenhamos o maior impacto em nosso trabalho - e também sintamos a maior satisfação - precisamos explorar o significado mais profundo do trabalho, diz Leah Weiss, uma especialista em compaixão e pesquisadora.
    Para os humanos, o propósito pode ser uma questão de vida ou morte. Como o sobrevivente do Holocausto Viktor Frankl escreveu em Man's Search for Meaning, “A vida nunca é insuportável pelas circunstâncias, mas apenas pela falta de significado e propósito.” Propósito é algo que fazemos ou algo que criamos - não algo que compramos, herdamos ou alcançamos. O objetivo pode ser qualquer direção na qual estamos indo com algum grau de intenção. É um objetivo firme e de longo alcance, algo pessoalmente significativo e auto-transcendente que, idealmente, aparece em nossas vidas todos os dias.

    O propósito aumenta nossa capacidade de causar o maior impacto no trabalho que fazemos e nos conectamos com outras pessoas através de culturas e contextos. Sentimo-nos energizados, motivados e expandidos quando temos um senso de propósito. Segundo a pesquisadora da Yale School of Management, Amy Wrzesniewski, as pessoas que consideram seu trabalho como um chamado - em outras palavras, sentiam que seu trabalho tinha um propósito - tendem a ser mais satisfeitas do que aquelas que pensam em seu trabalho como "apenas" um trabalho. Ter um chamado não se restringe a pessoas em cargos executivos. Por exemplo, Wrzesniewski entrevistou zeladores de hospitais que acreditavam que eles tinham um chamado - eles viam seu trabalho mais do que limpeza; foi sobre ajudar a apoiar a cura dos pacientes.

    Ter um propósito pode nos ajudar a superar obstáculos, um benefício que faz a diferença no trabalho. O psicólogo social da Cornell University, Anthony Burrow, estuda como o propósito afeta o comportamento. Um de seus experimentos analisa o que motiva os alunos a escalar uma colina íngreme no campus conhecida como Slope. O objetivo do estudo era identificar a correlação entre o senso de propósito de um aluno e o grau de dificuldade com o qual ele considerava a subida, para entender por que alguns alunos fazem o Slope enquanto outros não. Depois de subir a colina, os participantes do estudo foram recebidos no topo por um pesquisador que lhes pediu para estimar a inclinação e o esforço necessário para escalá-la.

    Os participantes que refletiram sobre seu objetivo maior antes de subir o morro estimaram a inclinação e o esforço para escalá-la como menores do que se fossem questionados sobre um objetivo de curto prazo. Aqueles que refletiram sobre um assunto neutro estimaram a colina como a mais íngreme e o esforço para escalá-la como a mais alta. O interessante foi que, para pessoas com um propósito disposicional mais alto - que se percebiam com alto propósito em geral - ou que eram solicitadas a refletir brevemente sobre o propósito, a ligação entre o esforço e a superestimação da inclinação foi diminuída. Eles ainda viam o declive como um desafio, mas eles foram mais precisos em avaliar o desafio do que os participantes menos propositais, que superestimaram o tamanho do declive.

    Se aplicarmos essas descobertas ao local de trabalho, podemos ver que metas imediatas de curto prazo podem não ser suficientes para nos motivar a avaliar corretamente o tamanho de uma tarefa difícil. Então, se quisermos entender o que estamos tentando fazer (uma parte fundamental de sermos capazes de fazê-lo), temos que encontrar maneiras de manter nosso propósito e nossa visão maiores em mente.

    Para alguns de nós, uma vantagem financeira clara para o nosso trabalho dá sentido; para outros, pode estar em nossas relações de trabalho, participar de inovações ou atender pessoas necessitadas.

    Um estudante chamado Luke me contou sobre uma metáfora que seu pai usou para transmitir a importância do propósito: um quebra-cabeça. Luke cresceu fazendo quebra-cabeças com sua família, incluindo seu irmão. Enquanto os meninos ficavam mais velhos, o pai escondia o topo da caixa e desafiava seus filhos a terminar o quebra-cabeça sem ele. Sem surpresa, isso foi extremamente difícil.

    O objetivo é como aquela foto na capa da caixa do quebra-cabeça. Passamos muito tempo olhando as peças e tentando encaixá-las de um jeito ou de outro, mas é a foto na capa da caixa que nos guia. Este é o nosso quadro maior, o significado da nossa vida, o nosso propósito. Para completar o quebra-cabeça, precisamos fazer referência ao topo da caixa com mais frequência do que poderíamos esperar.

    O trabalho é uma grande parte do enigma de todos, é claro. Durante o dia, você pode imaginar onde a peça que você está segurando na sua mão no momento ou a qualquer momento se encaixa na foto maior? Em outras palavras, realmente importa se você faz algo que está prestes a fazer? Quando você acorda de manhã, ou num domingo à noite, enquanto contempla a semana de trabalho à frente, acha que é importante que você apareça para o trabalho? Isso deve importar. A probabilidade de isso ter importância aumenta muito se você acredita que o que você faz com seu tempo no trabalho faz sentido, que vale a pena.

    Ao mudar nossa perspectiva, podemos alcançar um senso maior de propósito sem alterar o que estamos fazendo.

    Mesmo aqueles que conheceram o prazer do trabalho profundamente determinado podem perder esse sentimento. Talvez estejamos esgotados pelo estresse agudo de um trabalho exigente ou dessensibilizados pelo estresse da vida cotidiana em geral. Podemos ser tão atormentados por tarefas rotineiras e demandas, distraídos por hábitos, nossos narizes em nossas listas de afazeres, que não percebemos como nos sentimos - ou, inversamente, somos tão apanhados em nossos sentimentos, sejam bons ou maus. , que perdemos de vista a grande figura. Podemos ter desviado de nosso propósito gradualmente, um revés (ou sucesso) de cada vez. Talvez estejamos desiludidos por nos desgastarmos contra sistemas quebrados por muito tempo, ou nos sentimos desvalorizados ou desvalorizados.

    Não importa o quão perdido ou preso você se sinta, você pode voltar de propósito. A maneira como pensamos sobre nossas tarefas diárias pode alterar nosso relacionamento com nosso trabalho. Então, mudando nossa perspectiva, podemos alcançar um senso maior de propósito sem mudar o que estamos fazendo. Experimente isso escolhendo uma tarefa futura em sua agenda. Talvez seja participando de uma reunião, fazendo uma apresentação ou preenchendo relatórios de despesas. Pense na tarefa, primeiro, como parte de um trabalho, depois como carreira e, finalmente, como um chamado. Anote ou faça anotações mentais para cada um desses estados. Reflita sobre como você aborda a tarefa quando pensa nela como um dever para um trabalho, versus algo que você faz como parte de uma chamada. Sua motivação muda? Você sente uma mudança na excitação? Pratique fazendo isso com uma faixa maior de suas tarefas. Tire um dia inteiro e reformule-o como um chamado. Preste atenção em como uma mudança na sua perspectiva afeta seu senso de alegria e propósito.

    Você também pode sentir que não sabe qual é o seu objetivo. Uma maneira de descobrir isso é escolher um período gerenciável, como uma semana, e perceber quando você se sente mais proposital e o que está fazendo no momento. Anote essas associações em um diário ou documento. Você pode se perguntar: como vou saber quando estou com um propósito? Como se sente? Pode ser uma sensação de vitalidade, quando fazer um esforço nos deixa energizados, em vez de esgotados. Uma de minhas alunas percebeu que estava “na beira da cadeira” em uma palestra e percebeu que falava sobre o que mais importava. O propósito também pode nos fazer sentir calmos, porque quando o que estamos fazendo alinha-se com nosso propósito maior, nossos críticos internos têm menos a conversar. No final da semana, revise suas anotações. Você vê algum padrão no seu senso de propósito? Tende a vir com certas categorias de coisas? Você pode fazer alguma generalização sobre o seu propósito a partir dessas instâncias específicas?

    Alternativamente, pense nas pessoas que você admira e localize o que você gosta delas de volta aos seus próprios valores. Refletir sobre as qualidades inspiradoras irá iluminar a nós mesmos. Na metáfora budista tradicional, a pessoa que procuramos funciona como um espelho para o nosso próprio eu melhor. Ou, mais perto de casa, pense em quem você admira no trabalho. O que é sobre essa pessoa? Figuras aspiracionais não precisam ser perfeitas; concentre-se apenas nas qualidades que você admira. (Se você não consegue pensar em ninguém que admira no trabalho, isso em si pode lhe dizer alguma coisa.)

    Se a imagem que você tem do seu propósito é inexistente ou indistinta, dedique-se a experimentar esses exercícios. Não entre em pânico se uma visão clara não se apresentar imediatamente. O objetivo é contínuo e iterativo - é um processo de ver o que funciona e o que não funciona para você e sua vida.


  • 20/07 Qual será a velocidade da retomada do crescimento econômico brasileiro?

    Qual será a velocidade da retomada do crescimento econômico brasileiro?

    Por: Assessoria de comunicação

    Foto: Valterci Santos

    O momento mais crítico da crise econômica que o País vem enfrentando já passou, mas qual será a velocidade da retomada do crescimento? Esta foi a questão levantada pelo vice-presidente de Banco de Dados do Sinduscon-PR, Marcos Kahtalian, durante apresentação sobre o panorama do mercado nacional e da produção imobiliária em Curitiba, em reunião de associados, no dia 14 de maio. “Há quem acredita que será mais rápida, outros pensam que será mais lenta, mas de qualquer forma, todos estamos falando em recuperação, visto que muitos setores produtivos já estão dando sinais positivos de retomada, especialmente no primeiro trimestre deste ano”, diz.
    A crise começou no segundo trimestre de 2014, junto com a Copa do Mundo do Brasil e durou 4 anos. “Estamos indo para uma nova Copa e só agora estamos começando a nos recuperar, porque a crise realmente foi grave na economia como um todo. No ano passado o PIB já fechou positivo (+1%) e a projeção do Banco Bradesco é de o País crescer na ordem de 2,5% em 2018”, diz.
    Na Construção civil, o PIB vem em queda desde 2014 mas apresentou sinais de recuperação em 2017. “A notícia boa é que a expectativa para 2018 e para os próximos três anos é de crescimento, o que é muito positivo, pois se espalha pelo mercado como um todo”, reforça.
    Na sua avaliação, a recuperação será lenta não por conta das eleições, como muitos têm comentado. “O que pesa muito mais na recuperação da economia é a baixa geração de empregos, porque o que puxa a economia  para cima é o consumo, vetor que está diretamente relacionado ao emprego. Isso é o que mais dói na recessão, a falta de novas vagas de trabalho”, diz, acrescentando que no BR a taxa de desemprego é de 13%, enquanto que no PR é 8,5%.
    O que puxou um pouco a recuperação em 2017 é o fato de que o rendimento real do salário começou a melhorar e as pessoas passaram a ter um pouco mais de recursos para investir. “Isso graças à queda da inflação, que caiu abaixo da meta, gerando mais renda real e consequentemente aumentando o consumo”, explica. Acesse o site do Sinduscon-PR e confira os dados completos apresentados por Marcos Kahtalian, como crédito imobiliário, lançamentos, oferta e demais números que compõe a análise de mercado nacional e estadual.


  • 18/07 Pesquisa Inédita Revela Resultados

    Pesquisa Inédita Revela Resultados

    Por: Assessoria de comunicação

     

    Os três meses que se passaram entre as duas primeiras reuniões do CDU em 2018 – a de 22 de janeiro e a de 26 de abril – garantiram valiosas informações sobre o andamento da Pesquisa de Mercado de Loteamentos Residenciais 2018, iniciativa que o presidente da AELO, Caio Portugal, considera de fundamental importância para os empreendedores de parcelamento do solo. O projeto havia sido lançado na última reunião do CDU de 2017, em 2 de dezembro. O amplo levantamento servirá de apoio às empresas, para que conheçam melhor o mercado consumidor e suas perspectivas de comercialização. O trabalho é resultado de uma parceria entre o SecoviSP, a AELO e a empresa Brain – Bureau de Inteligência Corporativa. Celso Petrucci (foto), economista-chefe do Secovi-SP e presidente da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), é um dos coordenadores dessa inédita pesquisa na área de desenvolvimento urbano, com apoio técnico dos economistas da entidade Edson Kitamura e Laryssa Kakuiti e das equipes da Brain. Ele participou das reuniões do CDU no fim de 2017 e do início de 2018 para demonstrar a necessidade de as empresas aderirem ao programa: “O constante sucesso da tradicional Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP vem, principalmente, da participação das empresas na amostragem. A credibilidade alcançada por aquela pesquisa anual se deve a três fatores – imparcialidade dos resultados e relatórios, confidencialidade dos dados e critérios estatísticos adotados. Nesta pesquisa, em que são focalizados inicialmente 55 municípios paulistas com grande número de projetos apresentados e aprovados no Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab) de janeiro de 2013 a setembro de 2017, é imprescindível a colaboração das empresas quanto ao questionário a ser respondido.” Fábio Tadeu Araújo, coordenador da pesquisa por parte da empresa Brain, Bureau de Inteligência Corporativa, que havia participado das duas reuniões do CDU ao lado de Celso Petrucci, esteve novamente no Comitê em 26 de abril para apresentar os primeiros resultados do levantamento. Ele começou sua explanação comentando que, em 50 dias, duas equipes da Brain, com apoio dos especialistas do Secovi-SP, visitaram 55 cidades, percorrendo 9 mil quilômetros de rodovias, mais do que a distância entre os pontos extremos Norte e Sul do Brasil – Oiapoque ao Chuí (4.182 km em linha reta, 7.316 km em estradas). “Levamos em conta os números do Graprohab, informações de empreendedores e todas as Regiões Administrativas do Estado de São Paulo, que, que somam 645 municípios, não correspondem às regiões metropolitanas.” O representante da Brain comentou: “Indo a campo, conseguimos informações sobre os lançamentos de projetos de loteamentos lançados em cada ano, nas 15 regiões. Em 2017, por exemplo, a Região Administrativa de Campinas ficou em primeiro lugar no ranking de lançamentos, aparecendo em segundo lugar a região de Ribeirão Preto e, em terceiro, a de Sorocaba. Foi possível descobrir informações sobre comercialização, detectando produtos de maior aceitação, enquanto outros foram sendo vendidos de modo mais lento, ano por ano.” Já que a pesquisa continua em andamento com visitas a outros municípios, o CDU planeja para as próximas semanas a divulgação de uma análise completa dos dados, a serem atualizados a cada ano.


    Fonte: http://www.aelo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/aelo-108.pdf


  • 09/04 Brain em NY

    Brain em NY

    Durante esta semana estaremos em NY, no GRI LATAM - um dos principais eventos do mercado imobiliário da América, que reunirá grandes executivos do mercado imobiliário de vários países.
    Divulgaremos em primeira mão as tendências do mercado expostas neste grande encontro. Nos acompanhe!

    Facebook: /LetsBrain
    Intagram: @brain.inteligencia
    Linkedin: Brain Inteligência Corporativa

    #LetsBrain #LetsBrainTogether #BrainInteligênciaCorporativa#BrainNoGRILATAM #BrainNY #GRI #GRILATAM #NY #NewYork#NewYorkCity #NovaYork


  • 29/11 Preço do imóvel deve subir com lançamentos em baixa

    Preço do imóvel deve subir com lançamentos em baixa

    Por: Assessoria de comunicação

    Pesquisa produzida pela BRAIN para a CBIC.

     


  • 07/11 Os bairros com os apartamentos mais caros e mais baratos de Curitiba

    Os bairros com os apartamentos mais caros e mais baratos de Curitiba

    Por: Assessoria de comunicação

    Conforme a Gazeta do Povo mostrou no início desta semana, Curitiba teve 44,5% mais lançamentos nos seis primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado.

    Além disso, a alta acumulada nos preços dos apartamentos lançados na cidade foi de 5,4%, mais do que o dobro da inflação oficial do período, medida pelo IPCA, de 1,62% – cenário que não se via em 2016 e que ainda está descolado do dos imóveis usados.

    Os dados são da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), em parceria com a Brain Bureau de Inteligência Corporativa, e levam em consideração os imóveis vendidos na planta ou prontos para morar da capital paranaense.

    Segundo os dados do último mês de agosto, o bairro com maior preço médio por metro quadrado privativo (que não inclui a área comum) continua sendo o Batel, para todas as tipologias de apartamento (um, dois, três ou quatro quartos).

    Já os bairros com os menores preços variam de acordo com a tipologia. Para os apartamentos de dois quartos, por exemplo, as novas unidades Juvevê são as mais em conta no momento, com R$ 6,7 mil o preço médio do metro quadrado privativo.

    Confira no infográfico abaixo os detalhes:

    Quanto custam os apartamentos novos em Curitiba

    Batel continua sendo o bairro com os maiores preços entre os lançamentos verticais de Curitiba, independentemente da tipologia dos apartamentos. Já a posição de bairro com os apartamentos novos mais baratos muda segundo o número de quartos. Confira o preço médio do m² privativo por tipologia e bairro*:

    Fonte


  • 02/11 Lançamentos crescem 44,5% em Curitiba e preços superam inflação com folga

    Lançamentos crescem 44,5% em Curitiba e preços superam inflação com folga

    Por: Assessoria de comunicação

    De janeiro a agosto deste ano, 2.404 unidades, entre novos apartamentos e unidades comerciais, foram lançadas em Curitiba, segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), em parceria com a Brain Bureau de Inteligência Corporativa, que leva em conta os imóveis vendidos na planta ou prontos para morar.

    O número supera as unidades lançadas no mesmo período do ano anterior em 44,5% e sinaliza uma retomada na produção de novos imóveis na capital paranaense. Ainda em março deste ano, diante do menor estoque de imóveis de Curitiba em seis anos, os empresários disseram que esperavam uma reação do setor a partir do segundo semestre. E essa reação veio.

    Mas uma recuperação de verdade, com um ajuste também no estoque de unidades comerciais, com o retorno de um bom ritmo de vendas para o mercado todo e um impacto positivo no preço dos imóveis usados, só virá com uma redução maior nos juros e uma queda mais acelerada do desemprego. 

    “Os juros já caíram bastante e, embora a resposta não seja imediata, esta queda está chegando ao consumidor. Hoje, com R$ 6 mil uma família consegue comprar praticamente o mesmo imóvel para o qual precisava de uma renda de R$ 9 mil lá no início do ano”, avalia o vice-presidente da Ademi-PR, Leonardo Pissetti. 

    Não à toa, a faixa que mais se destaca entre os novos apartamentos lançados na capital paranaense é a de imóveis até R$ 400 mil, faixa que corresponde ao imóvel de entrada das famílias de classe média na cidade. O número de imóveis neste valor cresceu 13,4% em relação a 2016, com 1.191 unidades lançadas neste ano.

    Na outra ponta, e também em destaque nos primeiros oito meses de 2017, estão os imóveis a partir de R$ 1 milhão, com 10,7% de alta no número de novas unidades (156 novos apartamentos em Curitiba). Foi essa faixaa, aliás, que ajudou a puxar o preço médio dos novos apartamentos da capital paranaense para cima em 2017, para R$ 7.058 o metro quadrado. 

    De janeiro a agosto, a alta acumulada é de 5,4%, mais do que o dobro da inflação oficial do período, medida pelo IPCA, de 1,62%.

    Se até o ano que vem a queda nos juros for repassada pelos bancos com maior intensidade, tanto para o cliente final quanto para o setor, impactando também nos custos de produção, Pissetti diz que a tendência é de construtoras e incorporadoras de Curitiba invistam mais nas faixas intermediárias, entre R$ 400 mil e R$ 1 milhão. 

    Ainda assim, mais da metade dos novos lançamentos no ano que vem deverá se concentrar nas primeiras faixas de até R$ 400 mil, já que são essas as de maior demanda da população.

    Atualmente, Curitiba tem 8.169 apartamentos novos à venda. O mercado argumenta que um número “saudável” para a cidade, ou seja, que atenda a demanda sem desbancar para a superoferta, é de cerca de 5 mil unidades por ano. 

    “Ainda temos dois anos para um ajuste [no estoque], e isso depende do planejamento colocado em pauta por esse governo [federal]”, observa Pissetti, se referindo às reformas propostas e com as quais todo o setor produtivo está contando.

    De maneira geral, o entusiamo é menor em relação aos imóveis comerciais, que ainda dependem diretamente também de uma maior retomada mais forte de setores como comércio e serviços. Mesmo entre as unidades recém-lançadas, os preços desses imóveis ainda estão perdendo para a inflação. 

    No último mês de agosto, o preço médio do metro quadrado desses imóveis ficou em R$ 9.660, apenas um pouco acima do preço médio do fim de 2016, de R$ 9.642. 

    Curitiba retoma lançamentos

    De janeiro a agosto de 2017, o número de novos apartamentos em Curitiba cresceu 44,5% em comparação com o mesmo período de 2016. Os preços das novas unidades também mostram recuperação. Acompanhe:

    Estoque

    A capital paranaense fechou o ano passado com o menor estoque de imóveis residenciais novos em seis anos. Confira: 

     

    Evolução do preço dos imóveis novos em Curitiba

    Preço médio por metro quadrado privativo (em R$)

     

    *2017 até agosto

    Fonte: Ademi-PR e Brain. Infografia: Gazeta do Povo.


  • 01/11 Fim dos condomínios-clube? Mercado muda perfil dos empreendimentos lançados em Curitiba

    Fim dos condomínios-clube? Mercado muda perfil dos empreendimentos lançados em Curitiba

    Por: Assessoria de comunicação

    Piscinas, espaços gourmet e numerosos itens de lazer a um elevador de distância. Esses são alguns dos chamarizes que atraíram moradores para os condomínios-clube que se proliferaram em Curitiba no início desta década. A conjuntura econômica, no entanto, enxugou o tamanho dos empreendimentos residenciais na cidade, em especial nos últimos três anos. Para contornar a crise que impactou o setor imobiliário, construtoras apostam em prédios que oferecem menos unidades e áreas comuns diminutas.

    No primeiro semestre deste ano, edifícios com menos de 100 apartamentos representaram 71% do total de lançamentos na capital paranaense, como demonstrou pesquisa da Brain Bureau de Inteligência Corporativa. No mesmo período de 2015 e 2016 esse número foi ainda mais significativo, representando pouco mais de 94% do perfil dos empreendimentos em cada ano.

    Perfil dos empreendimentos

    Desde 2012, mais da metade dos edifícios lançados em Curitiba ofereceram menos de 100 unidades.

     

    Para o economista Fábio Tadeu Araújo, sócio da Brain, dois fatores impactam diretamente o cenário. O primeiro é a menor atividade econômica, que aumentou a preocupação com o custo do condomínio. Os moradores de residenciais com ampla gama de espaços comuns sentem no bolso os custos da manutenção. O segundo é que a própria febre dos clubes residenciais diminuiu.

    “Para que um condomínio-clube seja viável é preciso muitas unidades. Hoje, como a demanda é um pouco menor, existe um risco de você colocar um projeto com 400 ou 500 unidades – salvo se for “Minha Casa, Minha Vida” – e ter dificuldade de vender tudo. A crise deixou as empresas com receio de lançar empreendimentos tão grandes”, explica Araújo.

    Atuação nacional

    Desde 2010, foram construídos dez condomínios com mais de 500 unidades em Curitiba. A última vez que a cidade recebeu um empreendimento residencial com essa dimensão foi em 2014. O boom do período pode ser explicado não só pelo ciclo econômico em alta, como também pela atuação de construtoras nacionais, como a Rossi, Tegra (antiga Brookfield) e Tecnisa, na capital.

    “Essas empresas viram que quando estourava uma praça nova o investimento era muito alto. Então, quando vieram para Curitiba, lançaram empreendimentos tipo clubes, com centenas de unidades. Assim era viável para elas receber uma receita significativa”, elucida Leonardo Pissetti, vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Estado do Paraná (Ademi-PR).

    Com a saída desses players do cenário paranaense, restaram as empresas tradicionais do estado – muitas delas já trabalhavam apenas com empreendimentos exclusivos, com uma ou duas torres e poucas unidades.

    Crise econômica mudou o perfil dos empreendimentos imobiliários lançados em Curitiba. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.

    Localização

    William Ribeiro, gerente regional da construtora Plaenge, aponta que a redução do número de lançamentos com mais de uma centena de apartamentos também tem relação com a escassez de áreas disponíveis.

    “A cidade já não apresenta grandes terrenos para empreendimentos como condomínios-clube. Nossa estratégia hoje é encontrar áreas bem localizadas, que são menores. Quando o mercado estava muito ativo, tínhamos lançamentos bem maiores, mas também tínhamos mais disponibilidade de terrenos”, conta.

    Construtoras locais também estão trabalhando com lançamentos que oferecem áreas comuns enxutas, diminuindo o preço das unidades e de manutenção. A ACMA Construções Civis, que entregou recentemente o empreendimento Terra Gutierrez, próximo ao Clube Curitibano, investiu em um projeto que valoriza ao máximo as áreas privativas das unidades, com o mínimo de área comum.

    “Diminuímos as áreas comuns de corredor e circulação, jogando essa área para dentro do apartamento, para deixar a residência o mais confortável possível e privilegiar a área privativa”, expõe Frederico Carstens, arquiteto responsável pelo projeto.

    “Teve um momento de lançamentos de condomínios gigantescos que chegavam a ter centenas de itens de recreação. Isso gera dificuldade de manutenção, controle e custo – você tem que criar praticamente a estrutura de um clube para gerir isso”, complementa o arquiteto. Carstens destaca ainda que muitas pessoas não se adaptaram aos clubes residenciais, por sentirem-se “apenas um número” entre tantos moradores.

    “Os condomínios menores têm mais inserção na vida urbana, menos burocracia para o viver, menos custos. As áreas de lazer são as necessárias, que basicamente são a área do fitness, área de diversão das crianças e o salão de festas”, conclui.

    *Especial para a Gazeta do Povo

     

    Fonte


  • 25/10 Como deixar o trabalho, no trabalho.

    Como deixar o trabalho, no trabalho.

    Por: Assessoria de comunicação

    Quero dizer, realmente se afastou: não pensou nisso, não se preocupou com isso, não tinha uma lista de tarefas penduradas em seu cérebro.
    A maioria de nós sabe que há benefícios em se afastar do trabalho. Sabemos que precisamos de tempo para recarregar cada dia para podermos manter nossa atenção no escritório. Sabemos que o tempo longe dos problemas complexos nos permite encontrar uma nova perspectiva. Nós sabemos se trabalhamos muitos dias seguidos, nos encontraremos fazendo o que chamo carinhosamente de "trabalho falso" - sentado em nossas mesas sem realmente realizar nada.

    A parte mais difícil é que, embora você possa concordar com todos esses benefícios de se afastar do seu trabalho, você ainda pode ter problemas para fazê-lo. Mesmo que você vá para casa em uma hora certa à noite, você pode encontrar-se lendo um último relatório. Quando você viaja por alguns dias, você ainda pode estar conectado ao seu e-mail. Quando você acorda no início da manhã ou fica acordado à noite, você pode achar sua classificação do cérebro através de uma longa lista de tarefas de trabalho.
    Para afastar-se do trabalho - você pode usar uma combinação de novos hábitos e lições da terapia cognitivo-comportamental. Veja como.

    Concentre-se no que você fará em vez disso. Muitas pessoas não conseguem mudar seu comportamento porque se concentram no que não irão fazer, e não em ações que eles tomem em vez disso. Definir o objetivo de não trabalhar (ou pensar sobre o trabalho) quando você está longe do escritório começa com a presunção de que você vai parar sempre que estiver tentado fazer algo relacionado ao trabalho.

    Objetivos negativos como este - onde você se concentra em ações que não vai executar - tendem a falhar por dois motivos. Primeiro, seu sistema de hábito só aprende um novo hábito quando você executa uma ação, não quando não a executa. Então você não pode criar um hábito para evitar uma ação. Em segundo lugar, quando você define metas negativas, você deve estar constantemente atento ao seu comportamento. Caso contrário, você acabará fazendo o que está tentando evitar.

    Em vez disso, você precisa se concentrar no que você vai fazer em vez de trabalhar. Crie um plano para o seu tempo longe do trabalho - seja uma noite fora do escritório ou um tempo em férias. Você precisa de um plano específico, ou você retornará aos seus hábitos e se reencontrará com o trabalho quando você estiver ausente dele. O plano deve se concentrar nas atividades que você vai realizar em vez de trabalhar.

    Por exemplo, você pode configurar uma sessão de treinamento pessoal para as 18h30 em uma academia perto do seu escritório algumas noites por semana. Ou você pode dizer ao seu cônjuge que você vai pegar as crianças na creche. Ou começar a ser voluntário em uma instituição de caridade local nos fins de semana. Você pode até fazer algum desenvolvimento pessoal. Inscreva-se para aprender um novo idioma. Pegue um instrumento musical. Comece a pintar. Todas essas atividades limitarão o tempo que você tem para o trabalho e substituirá o trabalho por outras atividades.

    Às vezes, porém, seu tempo de inatividade ainda pode ser interrompido por pensamentos intrusivos sobre o trabalho. Neste caso, você quer estar preparado para que você não continue ruminando sobre o próximo trabalho.

    Há duas maneiras de lidar com pensamentos intrusivos. Uma é ter um plano para ocupar sua mente pronta: Leia um livro, faça palavras cruzadas ou telefone para um amigo. No entanto, há momentos em que há algo sobre o trabalho que realmente está incomodando você. Nesse caso, mantenha um caderno à mão. Defina um temporizador por 10 minutos e anote tudo o que o incomoda. Muitas vezes é útil para obter as coisas que estão incomodando você fora de si mesmo. Isto é particularmente verdadeiro quando os pensamentos que você está tendo sobre o trabalho refletem ansiedades em vez de simplesmente as tarefas que você precisa executar quando você voltar.


    Mude seu ambiente para suportar seu novo comportamento e desencorajar o antigo. Um fumante não tenta parar de fumar enquanto deixa uma grande caixa de cigarros em sua despensa. Da mesma forma, alguém que tenta estabelecer limites mais saudáveis ​​para o trabalho e a vida não deixa seu telefone e computador ligados o tempo todo.
    Sim, estou sugerindo que você realmente desligue seus dispositivos. Uma ótima maneira de gerenciar a tentação de trabalhar quando você está longe do escritório é dificultar o trabalho. Se você precisa voltar a ligar o telefone para verificar, você pode pensar duas vezes antes de fazê-lo.
    Peça aos seus amigos e familiares para ajudá-lo a ficar longe do trabalho. Dê-lhes permissão para lembrá-lo de afastar seu telefone (e não ficar irritado com eles quando o fizerem). Encontre atividades que você possa fazer com eles que o impedem de trabalhar e que o distraem de pensamentos relacionados ao trabalho.


    Se afaste do trabalho. Mesmo que você crie esses planos e um ambiente propício para executá-los, você ainda precisa estar disposto a se desconectar do trabalho por um período de tempo. Isso pode provocar ansiedade. Afinal, você pode perder um e-mail importante; algo pode dar errado; O trabalho importante pode ser feito mal ou não feito. 


    É aqui que uma lição das terapias cognitivas comportamentais pode ajudar. Estudos sugerem que uma ótima maneira de reduzir a ansiedade é expor-se à situação assustadora e aprender gradualmente que a situação não é realmente ameaçadora. Se o seu problema é que você está constantemente preocupado com a falta de um e-mail importante, fique uma noite sem verificar seu e-mail - e descubra que todo o trabalho que você precisa fazer ainda está lá na manhã seguinte. Em seguida, expanda a quantidade de tempo que você deixou seu e-mail. Tente passar por um dia inteiro do fim de semana sem verificar. Então, um fim de semana inteiro.
    Você pode achar que muitas pessoas conseguem responder suas próprias perguntas se você não voltar para elas imediatamente. Além disso, você voltará a trabalhar com mais energia e melhores idéias porque você tirou um tempo para si.
     

    Adaptado de: http://bit.ly/2wEXJ6n


Topo