• 07/08 Mercado imobiliário volta a crescer em Belo Horizonte apesar da instabilidade econômica

    Mercado imobiliário volta a crescer em Belo Horizonte apesar da instabilidade econômica

    Por: Assessoria de comunicação

    Após três anos de estagnação, o mercado imobiliário de Belo Horizonte volta a mostrar sinais de recuperação. De acordo com pesquisa divulgada no fim de julho pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), 291 residências recém-lançadas foram vendidas em maio na capital e em Nova Lima, na região metropolitana, um aumento de 3,9% em relação ao mês anterior.

    Pela primeira vez em 2018, o acumulado do ano foi superior ao registrado no ano passado. Nos cinco primeiros meses, houve um aumento de 1,63% em relação ao mesmo período do ano passado.

    De acordo com pesquisa do Sinduscon, 2018 começou promissor, com 1.120 imóveis vendidos entre janeiro e maio. Em abril, as vendas cresceram 237,3% em relação a março. A greve dos caminhoneiros chegou a fazer o consumidor recuar, mas agora já há sinais de reaquecimento.

     

     

    “A gente ainda vê o comprador um pouco indeciso, mas este momento tem sido propício já que o preço tem se mantido estável e quem vende está disposto a negociar”, disse o vice-presidente da área de imobiliários do Sinduscon, José Francisco Couto de Araújo Cançado.

    Em maio, a Região Noroeste foi a que registrou o maior número de vendas, 129 unidades. Em seguida veio o Barreiro (42 unidades) e a Pampulha (37 unidades). O padrão Standard , que é o apartamento considerado mais básico, com o valor entre R$ 215 mil e R$ 400mil, foi o tipo de imóvel com o maior número de vendas (169 unidades).

    O preço médio por m² foi de R$ 8.068 em maio, ficando praticamente estável em relação a abril R$ 8.073. Do total dos 3.785 lançamentos que estão disponíveis para vendas, 1.328 (35,1% do total) são do padrão médio, com faixa de valor de R$400 mil a R$700 mil.

     

    Apesar das vendas de apartamentos novos serem mais expressivas nas regiões Noroeste, Barreiro e Pampulha, o centro ainda é a área mais desejada para quem está interessado na compra e locação de imóveis usados, de acordo com o Grupo Zap.

    Nos últimos 12 meses, o Buritis, na Região Oeste, ficou em segundo lugar. Em seguida aparece o bairro Castelo, na Pampulha.

    Cerca de 60% das pessoas que buscam uma nova casa em Belo Horizonte são mulheres, têm entre 25 e 34 anos, preferem um apartamento de dois quartos, com até 90 m². Este perfil foi traçado pelo Grupo Zap.

    Em junho de 2018, o m² mais caro de Belo Horizonte para compra foi encontrado na Savassi (R$ 11.589), seguido por Santo Agostinho (R$ 10.654) e Funcionários (R$ 10.654), todos na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, de acordo com o Grupo Zap.

    “O cenário é bem estável na cidade. Belo Horizonte é ainda a cidade mais desejada para se viver em Minas Gerais, de acordo com as buscas feitas no site Zap”, disse Cristiane Crisci, gerente de Inteligência de Mercado do Grupo Zap.

    Para locação, a Savassi também é a mais valorizada com R$ 32 o metro quadrado. Em seguida aparecem Belvedere (R$ 30) e Lourdes (R$ 29), também na Região Centro-Sul.

     

    Fonte: https://glo.bo/2KvZlln


  • 20/07 Qual será a velocidade da retomada do crescimento econômico brasileiro?

    Qual será a velocidade da retomada do crescimento econômico brasileiro?

    Por: Assessoria de comunicação

    Foto: Valterci Santos

    O momento mais crítico da crise econômica que o País vem enfrentando já passou, mas qual será a velocidade da retomada do crescimento? Esta foi a questão levantada pelo vice-presidente de Banco de Dados do Sinduscon-PR, Marcos Kahtalian, durante apresentação sobre o panorama do mercado nacional e da produção imobiliária em Curitiba, em reunião de associados, no dia 14 de maio. “Há quem acredita que será mais rápida, outros pensam que será mais lenta, mas de qualquer forma, todos estamos falando em recuperação, visto que muitos setores produtivos já estão dando sinais positivos de retomada, especialmente no primeiro trimestre deste ano”, diz.
    A crise começou no segundo trimestre de 2014, junto com a Copa do Mundo do Brasil e durou 4 anos. “Estamos indo para uma nova Copa e só agora estamos começando a nos recuperar, porque a crise realmente foi grave na economia como um todo. No ano passado o PIB já fechou positivo (+1%) e a projeção do Banco Bradesco é de o País crescer na ordem de 2,5% em 2018”, diz.
    Na Construção civil, o PIB vem em queda desde 2014 mas apresentou sinais de recuperação em 2017. “A notícia boa é que a expectativa para 2018 e para os próximos três anos é de crescimento, o que é muito positivo, pois se espalha pelo mercado como um todo”, reforça.
    Na sua avaliação, a recuperação será lenta não por conta das eleições, como muitos têm comentado. “O que pesa muito mais na recuperação da economia é a baixa geração de empregos, porque o que puxa a economia  para cima é o consumo, vetor que está diretamente relacionado ao emprego. Isso é o que mais dói na recessão, a falta de novas vagas de trabalho”, diz, acrescentando que no BR a taxa de desemprego é de 13%, enquanto que no PR é 8,5%.
    O que puxou um pouco a recuperação em 2017 é o fato de que o rendimento real do salário começou a melhorar e as pessoas passaram a ter um pouco mais de recursos para investir. “Isso graças à queda da inflação, que caiu abaixo da meta, gerando mais renda real e consequentemente aumentando o consumo”, explica. Acesse o site do Sinduscon-PR e confira os dados completos apresentados por Marcos Kahtalian, como crédito imobiliário, lançamentos, oferta e demais números que compõe a análise de mercado nacional e estadual.


  • 18/07 Pesquisa Inédita Revela Resultados

    Pesquisa Inédita Revela Resultados

    Por: Assessoria de comunicação

     

    Os três meses que se passaram entre as duas primeiras reuniões do CDU em 2018 – a de 22 de janeiro e a de 26 de abril – garantiram valiosas informações sobre o andamento da Pesquisa de Mercado de Loteamentos Residenciais 2018, iniciativa que o presidente da AELO, Caio Portugal, considera de fundamental importância para os empreendedores de parcelamento do solo. O projeto havia sido lançado na última reunião do CDU de 2017, em 2 de dezembro. O amplo levantamento servirá de apoio às empresas, para que conheçam melhor o mercado consumidor e suas perspectivas de comercialização. O trabalho é resultado de uma parceria entre o SecoviSP, a AELO e a empresa Brain – Bureau de Inteligência Corporativa. Celso Petrucci (foto), economista-chefe do Secovi-SP e presidente da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), é um dos coordenadores dessa inédita pesquisa na área de desenvolvimento urbano, com apoio técnico dos economistas da entidade Edson Kitamura e Laryssa Kakuiti e das equipes da Brain. Ele participou das reuniões do CDU no fim de 2017 e do início de 2018 para demonstrar a necessidade de as empresas aderirem ao programa: “O constante sucesso da tradicional Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP vem, principalmente, da participação das empresas na amostragem. A credibilidade alcançada por aquela pesquisa anual se deve a três fatores – imparcialidade dos resultados e relatórios, confidencialidade dos dados e critérios estatísticos adotados. Nesta pesquisa, em que são focalizados inicialmente 55 municípios paulistas com grande número de projetos apresentados e aprovados no Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab) de janeiro de 2013 a setembro de 2017, é imprescindível a colaboração das empresas quanto ao questionário a ser respondido.” Fábio Tadeu Araújo, coordenador da pesquisa por parte da empresa Brain, Bureau de Inteligência Corporativa, que havia participado das duas reuniões do CDU ao lado de Celso Petrucci, esteve novamente no Comitê em 26 de abril para apresentar os primeiros resultados do levantamento. Ele começou sua explanação comentando que, em 50 dias, duas equipes da Brain, com apoio dos especialistas do Secovi-SP, visitaram 55 cidades, percorrendo 9 mil quilômetros de rodovias, mais do que a distância entre os pontos extremos Norte e Sul do Brasil – Oiapoque ao Chuí (4.182 km em linha reta, 7.316 km em estradas). “Levamos em conta os números do Graprohab, informações de empreendedores e todas as Regiões Administrativas do Estado de São Paulo, que, que somam 645 municípios, não correspondem às regiões metropolitanas.” O representante da Brain comentou: “Indo a campo, conseguimos informações sobre os lançamentos de projetos de loteamentos lançados em cada ano, nas 15 regiões. Em 2017, por exemplo, a Região Administrativa de Campinas ficou em primeiro lugar no ranking de lançamentos, aparecendo em segundo lugar a região de Ribeirão Preto e, em terceiro, a de Sorocaba. Foi possível descobrir informações sobre comercialização, detectando produtos de maior aceitação, enquanto outros foram sendo vendidos de modo mais lento, ano por ano.” Já que a pesquisa continua em andamento com visitas a outros municípios, o CDU planeja para as próximas semanas a divulgação de uma análise completa dos dados, a serem atualizados a cada ano.


    Fonte: http://www.aelo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/aelo-108.pdf


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